A Doença de Parkinson foi descrita pela primeira vez em 1871, por James Parkinson, é uma doença neurológica, que afeta principalmente uma estrutura chamada gânglios da base.
Os principais sintomas da doença são: tremor em repouso, rigidez, bradicinesia – hiposinesia, postura em flexão, perda de reflexos posturais e o fenômeno de congelamento.
O tremor em repouso está presente nas extremidades e em repouso, desaparece à ação. A rigidez caracteriza-se pelo aumento do tônus muscular, que oferece maior resistência ao movimento. Na postura em flexão a cabeça se inclina, o corpo se dobra para frente, as costas entram em cifose, os braços são mantidos a frente do corpo e os cotovelos, quadris e joelhos ficam dobrados. A bradicinesia é a lentidão dos movimento.
. Enquanto a hipocinesia é a redução do arco do movimento. A perda dos reflexos posturais ocasiona quedas e infelizmente uma incapacidade de ficar de pé sem auxilio e a incapacidade momentânea de executar movimentos ativos, como o movimento das pernas ao andar, abertura dos olhos, etc.
Embora a terapia farmacológica seja base do tratamento, a fisioterapia também é muito importante. Ela envolve os pacientes em seu próprio atendimento, promove o exercício, mantém ativos os músculos e preserva a mobilidade.
O tratamento fisioterapeutico consiste em treinamento das atividades mais difíceis, manutenção ou melhora das condições musculares, através de exercícios de alongamento e fortalecimentos globais, além de exercícios posturais e de equilíbrio, todos eles associados a exercícios respiratórios, oferecendo ao paciente condições ideais ou próximas disso, para que possa realizar atividades mais facilmente.
Todos esses exercícios devem ser feitos de forma lúdica, sempre tentando prender a atenção do idoso para atividade, para isso vale tudo: usar bolas de vários tamanhos e cores, bastões (tipo cabo de vassoura), bambolê, oferecer circuitos de atividades com e sem obstáculos, como o treino de marcha em superfícies diferentes e irregulares. Simular atividades do dia-a-dia pois éde extrema importância para adquirir confiança e estimular a independência.
Nesse ponto, a família tem um papel fundamental, pois para todas as atividades do dia-a-dia, a família deve incentivar e encorajar o idoso a realizar tudo sozinho, mas sempre com a supervisão de alguém.
Com a fisioterapia e o apoio da família, esse individuo torna-se mais ativo e independente, oferecendo menos risco de complicações, como as quedas, e proporcionando melhor qualidade de vida.
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