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terça-feira, 24 de maio de 2011

Fisioterapia na Gravidez Porque é importante?



A fisioterapia durante a gestação é muito importante e após também chamamos de fisioterapia no pré parto e pós parto.A função do fisioterapeuta é orientá-la e conscientiza –la para que desenvolva toda a potencialidade de sua musculatura,cujo o controle e coordenação serão solicitados nesse momento.Então dirigimos nossa atenção na prevenção de complicações,proporcionando uma melhor  qualidade de vida à mulher e, sem dúvida, teremos um nascimento mais participativo e humanizado.

No pré parto avaliamos sinais vitais ,identificamos a etapa /fase dô parto, avaliamos a função respiratória,avaliamos a presença de edemas, batimentos cardíacos do bebê. As técnicas aplicadas no pré parto tem como objetivos, minimizar os transtornos circulatórios,melhorar o sistema cardiovascular, promover uma boa postura no pré parto, fortalecer musculatura dos membros superiores e inferiores no pré natal, manter função dos músculos abdominais, melhorar a percepção da musculatura perineal, melhorar a capacidade de relaxamento  e minimizar a dor.

Algumas técnicas como movimentos de pelve na bola antero/pôstero/lateral,massagem profunda na região lombossacral durante as contrações, massagem lenta e superficial no abdômen , sentar inclinando para frente, flexão de tronco sobre a barriga na bola,sentar em cavalo na cadeira,paciente de joelho faz pressão no períneo, e realizar TENS na região lombar,monetarização das fases  do parto e musicoterapia.
Pois poderão assumir vários tipos de posições para o parto,sendo na posição ortostática ,decúbito lateral,decúbito dorsal. Esses objetivos  proporcionam o em estar da gestante,tornando esse momento de pré parto algo mais tranquilo.
Depois do parto é de extrema importância a realização dos exercícios pois é a chave para a melhora significativa e assim o restauro da saúde da mamãe. Ainda, depois do parto deve se levar em consideração de que o corpo tenderá a se acostumar com a postura diferenciada, peso diferenciado, entre várias outras coisas. Por isso, os exercícios feitos depois da gravidez tendem a evitar problemas futuros como:
- Disfunção ao assoalho pélvico
-má postura
- motilidade  gastrintestinal reduzida por amamentar
- Alto imagem negativa (depressão pós-parto)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Fisioterapia no Câncer de Mama



O conceito de reabilitação esta relacionado diretamente à qualidade de vida. Considerando-se a alta incidência do câncer de mama, a grande possibilidade de uma longa sobrevida e a desestruturação que o diagnóstico e tratamento do câncer de mama acarretam na vida da mulher, tem ocorrido uma maior demanda para se investir na qualidade de vida da paciente. Portanto qualquer procedimento cirúrgico seja curativo ou paliativo, está associado ao risco inerente de complicações, que serão os alvos do processo de reabilitação (prevenção e/ou recuperação).

A restauração completa da função deveria sempre ser o objetivo da reabilitação. Caso não for possível, a manutenção da capacidade funcional em sua extensão máxima permanece como objetivo. Os esforços da equipe de reabilitação muitas vezes podem retornar o paciente com câncer a uma vida ativa e produtiva. Estes objetivos da reabilitação devem ser adaptados a cada paciente e, se necessário, alterados de acordo com as mudanças das necessidades do paciente

Durante a terapia adjuvante e no seguimento, deve-se priorizar a prevenção e minimização das complicações, sejam elas linfáticas, posturais, funcionais e/ou respiratórias.
Para o controle dos sintomas álgicos, as pacientes devem realizar exercícios domiciliares, manobras ativas de relaxamento muscular e auto-massagem no local cirúrgico. A atividade física deve ser recomendada, sendo contra-indicado o uso do braço em movimentos rápidos e de repetição, assim como atividades com carga.

A atuação do fisioterapeuta deve ser iniciada no pré-operatório, objetivando conhecer as alterações pré-existentes e identificar os possíveis fatores de risco para as complicações pós-operatórias, e quando necessário, deve ser instituído tratamento fisioterapêutico nesta etapa, visando minimizar e prevenir as possíveis seqüelas. No pós-operatório imediato, objetiva-se identificar alterações neurológicas ocorridas durante o ato operatório, presença de sintomatologias álgicas, edema linfático precoce, e alterações na dinâmica respiratória.

Os exercícios realizados nos programas de reabilitação física no pós-operatório de câncer de mama não seguem um guideline. Muitas propostas de reabilitação foram desenvolvidas para minimizar as complicações pós-operatórias, como o volume de secreção drenada, a incidência de seroma, de deiscência da ferida cirúrgica e, a longo prazo, o desenvolvimento de linfedema crônico.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Fisioterapia na Hérnia de Disco

O que é a Hérnia de Disco?
A coluna vertebral é composta por vértebras, em cujo interior existe um canal por onde passa a medula espinhal ou nervosa. Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, estão os discos intervertebrais, estruturas em forma de anel, constituídas por tecido cartilaginoso e elástico cuja função é evitar o atrito entre uma vértebra e outra e amortecer o impacto.
Os discos intervertebrais desgastam-se com o tempo e o uso repetitivo, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, a extrusão de massa discal que se projeta para o canal medular através de uma ruptura da parede do anel fibroso. O problema é mais freqüente nas regiões lombar e cervical, por serem áreas mais expostas ao movimento e que suportam mais carga.



A hérnia de disco é geralmente precedida por um ou mais ataques de dor lombar.
Rupturas irradiando-se patoanatomicamente são conhecidas por ocorrer na parte posterior do anel, indo em direção a áreas nas quais as terminações nervosas descobertas estão localizadas.

Os sintomas mais comuns são: Parestesias (formigamento) com ou sem dor na coluna, geralmente com irradiação para membros inferiores ou superiores, podendo também afetar somente as extremidade (pés ou mãos). Esses sintomas podem variar dependendo do local da acometido.
Quando a hérnia está localizada no nível da cervical, pode haver dor no pescoço, ombros, na escápula, braços ou no tórax, associada a uma diminuição da sensibilidade ou de fraqueza no braço ou nos dedos.


Entre as causas da hérnia estão os fatores genéticos têm um papel muito mais forte na degeneração do disco do que se suspeitava anteriormente. Um estudo de 115 pares de gêmeos idênticos mostrou a herança genética como responsável por 50 a 60% das alterações do disco.

Tratamento Fisioterápico

A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com este procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade dos tecidos moles. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mais fácil a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mais duradouro. Dentre as técnicas de fisioterapia manual utilizamos a Osteopatia, Maitland, Mulligan e mobilizações articulares.




Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises. A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de musculação que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (potência aeróbica, força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados por profissionais de Educação Física.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Atuação do Fisioterapeuta em Pacientes com Derrame...



O AVC - Acidente Vascular Cerebral - também chamado de Derrame, consiste na perda do suprimento de oxigênio em uma determinada parte do cérebro com consequente morte tecidual, resultado de obstrução ou ruptura das artérias cerebrais ou do tronco cerebral. Muitos são os fatores causadores do AVC mas os principais são a Hipertensão Arterial, o fumo, sedentarismo, Diabetes, genética, Stress, etc.

Ao contrário do que muitos pensam, a pressão baixa ou Hipotensão Arterial também é potencialmente perigosa pois causa o AVC isquêmico devido a reduzida velocidade do fluxo sanguíneo no vaso.
O AVC pode ser de dois tipos:

      • o hemorrágico - que acontece quando um pequeno ou, algumas vezes, um grande vaso intra cerebral se rompe causando uma hemorragia, ou

      • isquêmico - o que significa dizer que ele foi causado por uma trombose ou uma embolia.

A gravidade dos dois é distinta. Literaturas e a prática clínica confirmam que o AVC hemorrágico evolui de forma mais aguda, sendo mais mortal, porém os AVC’s isquêmicos evoluem de forma mais lenta e costumam deixar sequelas motoras mais extensas.

O Fisioterapeuta tem fundamental importância na recuperação deste paciente sendo o responsável pela sua reabilitação física. Quanto mais rápido for instituído o tratamento, melhores serão os resultados.

O AVC costuma deixar sequelas chamadas de hemiplegia ou hemiparesia, que consiste, respectivamente, na perda total ou parcial de movimentos no braço e perna do mesmo lado do corpo, sendo comum também atingir a face. Ainda em relação aos aspectos motores, podemos observar espasticidade, incoordenação motora e alterações no equilíbrio e marcha. Problemas secundários como ombro doloroso podem ocorrer.

O Fisioterapeuta integra no tratamento do paciente com AVC a Cinesioterapia clássica; técnicas cientificas como os métodos Kabat e Bobath; treinamentos para a educação e reeducação neuromuscular e dos movimentos, inclusive para a introdução do uso de andadores, muletas e bengalas; hidrocinesioterapia e; o uso de recursos como a aplicação de calor, frio, massagens sedativas ou estimulantes e estimulação elétrica, objetivando ao final, a reintrodução do paciente no convívio social e profissional.

quinta-feira, 24 de março de 2011

A Importância da Fisioterapia Geriátrica ...

 


A fisioterapia preventiva tem como objetivo criar um programa de “prevenção às quedas”, melhorando a força muscular, equilíbrio, propriocepção, coordenação motora e deve estar aliada com orientações aos pacientes e familiares sobre retirada ou fixação de tapetes, instalação de faixas antiderrapantes no piso e barras de suporte no banheiro e em corredores.  


   Entre as alterações relacionadas à idade, estão a presença de fatores de risco e a ocorrência de doenças crônico-degenerativas, que determinam um certo grau de dependência, relacionado diretamente com a perda de autonomia e dificuldade de realizar as atividades básicas de vida diária, interferindo na sua qualidade de vida.

     A existência de déficit ou perda da capacidade funcional (capacidade de o indivíduo realizar suas atividades físicas e mentais necessárias para manutenção de suas atividades básicas e instrumentais), que geralmente está associada com as condições de artropatias, hipertensão arterial sistêmica sistólica e/ou diastólica e cardiopatias; pode acarretar em fragilidade, dependência, institucionalização, risco aumentado de quedas, problemas de mobilidade e morte, trazendo complicações ao longo do tempo e gerando cuidados de longa permanência e alto custo.

 Nesse caso, a fisioterapia é peça fundamental no que se diz respeito a recursos terapêuticos utilizados com finalidades de manutenção da autonomia e independência funcional do idoso, contribuindo para o envelhecimento saudável e bem sucedido.

   A atenção integral do idoso de forma mais humanizada, com ações de prevenção de agravos, promoção, proteção e recuperação da saúde, exigem a participação de equipes multiprofissionais e interdisciplinares, incluindo a participação do fisioterapeuta. 

   Dessa forma, baseando-se nas condições psico-físico-social, o fisioterapeuta é capaz de atuar desde a atenção básica até reabilitação, participando efetivamente na transformação social que se faz necessária à saúde e buscando promover, aperfeiçoar ou adaptar através de uma relação terapêutica, o indivíduo a uma melhor qualidade de vida.  

terça-feira, 22 de março de 2011

Tratamento Fisioterápico na Doença de Parkinson

 A Doença de Parkinson foi descrita pela primeira vez em 1871, por James Parkinson, é uma doença neurológica, que afeta principalmente uma estrutura chamada gânglios da base.

Os principais sintomas da doença são: tremor em repouso, rigidez, bradicinesia – hiposinesia, postura em flexão, perda de reflexos posturais e o fenômeno de congelamento.

O tremor em repouso está presente nas extremidades e em repouso, desaparece à ação. A rigidez caracteriza-se pelo aumento do tônus muscular, que oferece maior resistência ao movimento. Na postura em flexão a cabeça se inclina, o corpo se dobra para frente, as costas entram em cifose, os braços são mantidos a frente do corpo e os cotovelos, quadris e joelhos ficam dobrados. A bradicinesia é a lentidão dos movimento.
. Enquanto a hipocinesia é a redução do arco do movimento. A perda dos reflexos posturais ocasiona quedas e infelizmente uma incapacidade de ficar de pé sem auxilio e a incapacidade momentânea de executar movimentos ativos, como o movimento das pernas ao andar,  abertura dos olhos, etc.

Embora a terapia farmacológica seja base do tratamento, a fisioterapia também é muito importante. Ela envolve os pacientes em seu próprio atendimento, promove o exercício, mantém ativos os músculos e preserva a mobilidade.

O tratamento fisioterapeutico consiste em treinamento das atividades mais difíceis, manutenção ou melhora das condições musculares, através de exercícios de alongamento e fortalecimentos globais, além de exercícios posturais e de equilíbrio, todos eles associados a exercícios respiratórios, oferecendo ao paciente condições ideais ou próximas disso, para que possa realizar atividades mais facilmente.

Todos esses exercícios devem ser feitos de forma lúdica, sempre tentando prender a atenção do idoso para atividade, para isso vale tudo: usar bolas de vários tamanhos e cores, bastões (tipo cabo de vassoura), bambolê, oferecer circuitos de atividades com e sem obstáculos, como o treino de marcha em superfícies diferentes e irregulares. Simular atividades do dia-a-dia pois éde  extrema importância para adquirir confiança e estimular a independência.

Nesse ponto, a família tem um papel fundamental, pois para todas as atividades do dia-a-dia, a família deve incentivar e encorajar o idoso a realizar tudo sozinho, mas sempre com a supervisão de alguém.

Com a fisioterapia e o apoio da família, esse individuo torna-se mais ativo e independente, oferecendo menos risco de complicações, como as quedas, e proporcionando melhor qualidade de vida.

sexta-feira, 18 de março de 2011

A Importância da Fisioterapia na Fibromialgia


  A fibromialgia é uma síndrome de caráter e etiologia desconhecida, caracterizada por dor musculoesquelética que afeta varias áreas do corpo, sendo mais comum em mulheres do que em homens, surgindo mais freqüentemente entre os 40 e 55 anos de idade .

    O nome Fibromialgia significa dores nos músculos e tecidos conectivos fibrosos (ligamentos e tendões), afeta principalmente músculos e seus locais de inserção nos ossos. Embora se manifeste como uma doença articular, não é inflamatória (artrite) e não causa deformidades nas articulações.

   As áreas doloridas na Síndrome da Fibromialgia são similares em localização às áreas de outros tipos comuns de dores ósseas e musculares como cotovelo de tenista ou bursite trocanteriana. Os pontos tendem a estar presentes em ambos os lados e em diferentes locais.

   Os locais dolorosos são, occipital (inserção do músculo occipital), Cervical baixa (face anterior no espaço intertransverso de C5-C7), Trapézio (ponto médio da borda superior), Segunda costela (junção da segunda costocondral), Supra espinhoso (acima da borda medial da espinha da escápula), Epicôndilo lateral (a 2 cm do epicôndilo), Glúteos (quadrante lateral e superior das nádegas), Trocanter maior (posterior à proeminência trocantérica), Joelho (região medial próxima à linha do joelho), os pacientes relatam dor em 11 dos 18 pontos .

 O tratamento da fibromialgia é, comumente, sintomático por causa da ausência de entendimento da sua etiologia e fisiopatologia. Diversas modalidades têm sido sugeridas desde exercícios na água, programas de alongamento, fortalecimento e condicionamento aeróbio em solo, terapias alternativas, técnicas de relaxamento, calor superficial, calor profundo, tração vertebral, massagem, dentre outros

De acordo com Knoplic (2006) os dois grandes objetivos da Fisioterapia no tratamento da Fibromialgia, são: Exercitar os músculos doloridos com exercícios de alongamento; Melhorar as condições cardiovasculares com exercícios aeróbicos (caminhar, andar de bicicleta, nadar e hidroginástica).

Podem ser estabelecidos programas de exercícios que promovam sensação de bem estar, aumentado à resistência e diminuindo a dor. É necessário primeiramente realizar uma avaliação antes de iniciar um programa de treinamento físico. Sugerem-se exercícios regulares em dias alternados, aumentando gradualmente as atividades até atingir boa aptidão física

Conclui-se que há a necessidade de maior número de pesquisas científicas dedicadas à busca de orientações sobre a fibromialgia, a importância da fisioterapia no tratamento desta síndrome e as técnicas mais indicadas para o tratamento desta patologia ainda desconhecida. Deste modo outras técnicas que visem à melhora de pacientes com esta patologia poderão ser investigadas, contribuindo com a escolha do melhor método a ser utilizado em cada caso.

Fisioterapia Ortopédica

A Ortopedia, como muitas especialidades, desenvolveu-se por uma necessidade. Uma necessidade de corrigir deformidades, restabelecer função e aliviar a dor. Os cirurgiões ortopédicos desenvolveram a habilidade de prevenir perdas importantes de função e, por outro lado, realmente prevenir mortes inevitáveis. Eles buscam a perfeição da sua arte, assegurando ao paciente alcançar sua melhor condição no menor período de tempo pelo método mais seguro possível.


A fisioterapia ortopédica e traumatológica atua na prevenção e no tratamento de distúrbios do sistema musculoesquelético. A Fisioterapia ortopédica trata disfunções osteomioarticulares e tendíneas resultantes de traumas e suas conseqüências imediatas e tardias, lesões por esforços repetitivos e patologias ortopédicas. Nesta modalidade são utilizados recursos terapêuticos, como eletroterapia e crioterapia, recursos cinesioterápicos e terapia manual.


Dentre os recursos eletrotermofototerápicos utilizados temos: TENS (estimulação elétrica transcutânea), EENM (estimulação elétrica neuromuscular), laser, ondas curtas, ultra-som, iontoforese (corrente galvânica), outras correntes analgésicas, crioterapia e biofeedback e antigamente se utilizavam o infravermelho, o Ultra Violeta e o forno de bier, que atualmente já não são mais utilizados, tendo em vista pesquisas recentes mostrando outros recursos como melhores.


Na terapia manual são utilizadas técnicas de mobilização e manipulação articular de Maitland, Mulligan, Kaltenborn, Osteopatia com o intuito de diminuir algias, rigidez e reposicionamento do segmento. Para completa reabilitação são utilizados os exercícios cinesioterápicos com o intuito de melhor a amplitude de movimento, aumentar força muscular, treinar propriocepção e por fim retorno às atividades.


Na ortopedia, não se trata da mesma maneira um paciente sedentário e um atleta. A lesão no ombro de um sedentário exige cuidados diferentes do que o mesmo tipo de lesão no ombro de um atleta, especialmente se ele usar a articulação comprometida no dia-a-dia. Por isso, cada vez mais o fisioterapeuta precisa especializar-se para atender melhor as exigências dos pacientes e da própria profissão.


A prática da fisioterapia dentro do setor de ortopedia de um hospital é extremamente importante na reabilitação precoce dos pacientes que sofreram algum trauma de alta energia, para que o paciente retorne o mais rápido possível e o custo de internação seja reduzido.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Fisioterapia Oncológica


Há alguns anos, a grande preocupação da equipe médica em relação ao câncer era a sobrevivência dos pacientes. Atualmente, o foco do tratamento mudou, ou seja, a preocupação passou a ser também a qualidade de vida que o paciente vai ter durante e após o tratamento oncológico. A Fisioterapia Oncológica é um dos procedimentos que estão sendo adotados nesse sentido, tanto no pré, no pós de uma cirurgia de câncer como também durante todo o tratamento. Esse recurso pode ser utilizado em todos os casos, como nos de câncer de mama, tumores de cabeça e pescoço, além dos relacionado ao sistema músculo-esquelético.


A Fisioterapia pode ser fundamental no tratamento do paciente com diagnóstico de câncer ao oferecer acompanhamento às diversas alterações que podem ocorrer, mesmo diante de muitos comprometimentos que se apresentam, como: edema de membros, alterações musculares, constipação, alterações neurológicas, alterações respiratórias, dores musculares por disfunções posturais, dores teciduais e cicatriciais e dores tendinosas e articulares, alterações ósseas, alterações circulatórias (flebites, linfangites, alterações linfáticas), alterações vasculares em membro superior após aplicação da quimioterapia.

Dentre os procedimentos fisioterapêuticos que podem ser empregados na Fisioterapia Oncológica, destacamos: a drenagem linfática manual, exercícios ativos, passivos, alongamentos e resistidos conforme cada alteração muscular que se apresenta, exercícios respiratórios para melhor funcionamento diafragmático, pulmonar e retirada de secreções, treino de marcha, equilíbrio e para outras disfunções neurológicas, reeducação postural (método de cadeias musculares), orientações a familiares e cuidadores, readaptação domiciliar com o intuito de facilitar o deslocamento, readaptação ocupacional, caso haja necessidade.

O tratamento fisioterapêutico também é importante durante as fases de quimioterapia e radioterapia. Aqui nossa atenção está para o processo de sensibilidade do Sistema Imunológico. No caso do câncer de mama, o grande problema é o esvaziamento ganglionar, ou seja, a retirada dos gânglios linfáticos existentes na axila. Isso dificulta na movimentação do braço, principalmente nos movimentos de abertura lateral. O tratamento auxilia na recuperação e na prevenção dos distúrbios linfáticos.

A Fisioterapia não se preocupa apenas com o local afetado pelo câncer, mas com a repercussão do problema em todo o organismo da pessoa, visualizando o paciente como um todo, além da sua estima, de seu sentimento e sua qualidade de vida. A principal meta da fisioterapia oncológica é mostrar ao paciente a necessidade de retomar as atividades diárias e oferecer a ele condições para isso.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Fisioterapia Aquática - Hidroterapia



As atividades físicas realizadas debaixo da água costumam dar muito prazer aos praticantes. Quando utilizada em prol da saúde, a água vai além e promove benefícios como o alívio da dor e espasmos musculares, manutenção ou aumento de movimentos das articulações, fortalecimento muscular e treino de resistência, reeducação de músculos paralisados, aumento da circulação e diminuição de inchaços, melhora do equilíbrio, coordenação motora e postura, entre outros.

“Fisioterapia Aquática é hoje o termo mais conhecido para exercícios terapêuticos realizados em piscina aquecida e coberta, com orientação total e restrita ao profissional de fisioterapia”, comenta Carla Cristina M. Daneluzee, fisioterapeuta do Movere - primeiro centro multidisciplinar para tratamento da obesidade.

Ela explica que a reabilitação em piscina terapêutica associa as propriedades físicas da água, principalmente a pressão hidrostática, flutuação e viscosidade, aos efeitos do calor, proporcionando aos pacientes efeitos fisiológicos que surgem imediatamente após a imersão. A Fisioterapia Aquática promove vários efeitos e benefícios fisiológicos:

- A vasoconstrição periférica, que aumenta o retorno do sangue venoso; o aumento da pressão sobre os vasos linfáticos, que facilita a drenagem linfática ajudando no processo de resolução de edemas;

- O aumento do suporte sangüíneo muscular que, juntamente com o calor da água, promove relaxamento muscular; além da melhora da capacidade respiratória, renal e hormonal;

- A retirada da carga das articulações imersas progressivamente, permitindo a intervenção reabilitadora quando o movimento articular sujeito à carga condicionada pela gravidade for proibida.

“Os fisioterapeutas e especialistas em exercícios aquáticos têm usado a água para a reabilitação porque ela permite a realização precoce de exercícios. As indicações para realizarem a reabilitação aquática são inúmeras, desde pacientes ortopédicos em geral (com ou sem história de cirurgia); esportistas de todas as modalidades; pacientes com patologias neurológicas; pacientes reumatológicos; síndromes dolorosas e síndromes raras; idosos; crianças e gestantes"
.

Fisioterapia Ginecológica

  

A Fisioterapia em ginecologia e obstetrícia, apesar de pouco conhecida, é uma especialidade de grande importância no atendimento de gestantes, pacientes com incontinência urinária, pacientes mastectomizados (retirada da mama), entre outros.

     A gestação é um momento importante na vida da mulher, e nessa fase pode ser beneficiada com o atendimento pré e pós-parto, no sentido de tratar alguma alteração comum durante a gravidez ou prevenir qualquer disfunção inerente à sua condição. Após o parto, objetiva-se auxiliar a mãe através de normas higiênicas, deambulação, exercícios fisioterapêuticos, cuidados com as mamas, incentivo ao aleitamento materno, orientações posturais, funções intestinais e miccionais, vida sexual, retorno às atividades físicas e de vida diária.

     Outro grande problema de saúde tratado em ginecologia e obstetrícia é a incontinência urinária. O foco do tratamento fisioterapêutico é o reforço dos músculos que compõem o assoalho pélvico através de exercícios e eletroestimulação, e a reeducação miccional, O atendimento aos pacientes que passaram por cirurgias de próstata também é realizado. Nas cirurgias de próstata podem ocorrer, como conseqüência, incontinência urinária, que pode ser tratada pela Fisioterapia através de técnicas onde o paciente trabalha a musculatura do assoalho pélvico e através de recursos eletroterápicos, que visam reforçar os músculos do assoalho pélvico e capacitar esse paciente a reter a urina.

     Nos casos de tumor de mama, a cirurgia é algo comum. O cirurgião retira a mama ou parte dela e ainda os nódulos linfáticos, evitando que o tumor se espalhe para outras partes do corpo. Porém, ao retirar os nódulos linfáticos, a circulação linfática fica comprometida e, dessa forma, ocorrem alguns sintomas indesejáveis na paciente, como edema (inchaço) em membro superior, dor causada pelo edema, dificuldades de movimentar o membro e prejuízos na qualidade de vida. A proposta fisioterapêutica, nesses casos, é a de tratar o paciente através de técnicas de drenagem linfática, exercícios para devolver a mobilidade e reeducar a postura e orientações quanto a atividades de vida diária para as pacientes.

quarta-feira, 9 de março de 2011

A Fisioterapia Dermatofuncional : o que é isso?



Olhando os pacotes de serviços de clínicas de estética você já deve ter se deparado com esse termo: fisioterapia dermato-funcional. E afinal, do que se trata?
O objetivo da técnica é agregar bem-estar físico e estético, com tratamentos feitos por profissionais gabaritados e especializados e, o principal, com base científica. Além de ser útil na reabilitação de gestantes e pacientes em fase pós-operatória, a fisioterapia dermato-funcional pode trazer benefícios estéticos para mulheres no geral, combinando drenagem linfática e outros métodos.
“A diferença é que cada paciente é estudado e o método é individualizado. Tudo fica bem mais específico e de acordo com o paciente”, explica Ludmila Guaratini, que trabalha na Vita, associação especializada em saúde.
Segundo a profissional, esse serviço “é bem mais aprofundado, que os oferecidos por aí”. “Existe um cuidado enorme com o paciente. Ele tem de responder a diversas questões sobre hábitos alimentares, vícios. Tudo para que o resultado seja satisfatório”, concluiu.
De acordo com Ludmila, esse tipo de fisioterapia existe há 15 anos e tem conquistado cada vez mais mulheres: “A preocupação com a estética vem crescendo a cada ano. Todos querem se livrar de manchas, estrias e gordura localizada. Porém, um fato importante: não existe método milagroso. Esses procedimentos devem ser agregados com uma boa alimentação e exercícios”.


terça-feira, 8 de março de 2011




A fisioterapia está cada vez mais atuante em unidades de terapia intensiva, sendo realizada por meio de diversificadas técnicas. Por ser uma terapia criteriosa, deve ser cuidadosamente aplicada, para que se obtenha um resultado satisfatório.

Na maioria dos hospitais dos países desenvolvidos, a fisioterapia é parte integral do manejo dos pacientes internados em UTI. Dentre as várias técnicas usadas pelos fisioterapeutas na UTI, as mais comuns são: drenagem postural, mobilização, vibração, percussão, hiperinsuflação manual, ASP e vários exercícios respiratórios, sendo rotineiramente utilizada a combinação dessas técnicas, buscando observar a condição fisiopatológica subjacente do paciente, com a intenção de impedir complicações pulmonares. A fisioterapia respiratória em UTI envolve um grande número de técnicas associadas às modalidades de Ventilação Mecânica. Em particular as manobras de higiene brônquica correspondem a um conjunto de técnicas para garantir a viabilidade das vias aéreas, promovendo condições para uma adequada ventilação e prevenção de infecções respiratórias.

As sessões de fisioterapia reduzem em até 40% o tempo de permanência do paciente internado em UTI (Unidade de Terapia Intensiva), quando aplicadas sem interrupções nas 24 horas do dia. A redução de complicações com a melhora do paciente deve-se ao tratamento noturno. O procedimento garante a limpeza contínua dos pulmões, permite a extubação (retirada do tubo traqueal) no período noturno, reduz a agressão mecânica e propicia recuperação pulmonar mais rápida. A expansão dos serviços reduz o sofrimento do paciente, permite a liberação mais rápida e segura dos leitos, com o conseqüente aumento do número de vagas disponíveis, diminui os riscos de infecção hospitalar e propicia economia de recursos financeiros.

A fisioterapia respiratória pode atuar tanto na prevenção quanto no tratamento das doenças respiratórias utilizando-se de diversas técnicas e procedimentos terapêuticos tanto em nível ambulatorial, hospitalar ou de terapia intensiva com o objetivo de estabelecer ou restabelecer um padrão respiratório funcional no intuito de reduzir os gastos energéticos durante a ventilação, capacitando o indivíduo a realizar as mais diferentes atividades de vida diária sem promover grandes transtornos e repercussões negativas em seu organismo. A fisioterapia respiratória oferece aos pacientes auxílio preventivo e curativo em diversas doenças pulmonares não somente na remoção das secreções, mas também para a melhora do padrão muscular ventilatório do pacientes, ou seja melhora da mecânica respiratória. O especialista em fisioterapia respiratória tem sido cada vez mais solicitado e sua presença nas Unidades de Terapia Intensiva cada vez mais freqüente para indicar, escolher e aplicar condutas específicas da fisioterapia respiratória na resolução de casos complexos.

A neonatologia assim como a fisioterapia é uma especialidade de atuação recente que vem progredindo através do esforço de neonatologistas, pediatras, fisioterapeutas, enfermeiros, fonoaudiólogos dentre outros profissionais que tem como proposta um atendimento diferenciado para a criança de alto risco. Devido à imaturidade dos sistemas, os recém-nascidos prematuros apresentam altos riscos de desenvolver complicações respiratórias e neuro motoras. Por esse motivo, atualmente nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatais do Brasil, os serviços fisioterapeuticos são essenciais e imprescindíveis para que esses neonatos passem por um processo de recuperação mais rápido e eficaz. A indicação precisa e o tratamento precoce aliado ao critério e bom senso trazem respostas altamente positivas. As técnicas utilizadas nas patologias pulmonares consistem em manobras manuais que facilitam a remoção da secreção do pulmão do bebê e que ajudam na respiração. Juntamente com a equipe interdisciplinar, o fisioterapeuta participa do gerenciamento da ventilação mecânica. O profissional de fisioterapia ajuda a família nas orientações dos cuidados necessários ao recém-nascido diminuindo assim as reinternações hospitalares.

Não é necessário ressaltar que a fisioterapia tem conseguido, por méritos próprios, além dos avanços técnicos e científicos, a aceitação de diversos profissionais conscientes das necessidades dos seus pacientes.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Acupuntura


Acupuntura e moxabustão são técnicas milenares da medicina tradicional chinesa(MTC). Realizadas por profissionais especializados em acupuntura, entre eles o FISIOTERAPEUTA.


A técnica da acupuntura consiste em colocar agulhas da espessura de fios de cabelo em diferentes pontos de pressão (chamados de pontos de acupuntura), em todo o corpo. Acredita-se que o estímulo desses pontos promova as capacidades naturais regeneradoras do corpo e aprimore seu funcionamento.


A Acupuntura é aplicada para um reequilibrio energético e a sua eficácia já é comprovada como prevenção e tratamento de distúrbios orgânicos, dores em geral, eliminação do estresse, depressão, síndrome do pânico, etc.. A moxabustão consiste na aplicação de calor nos pontos energéticos. A acumputura também pode ser realizadas sem agulhas.
No entanto, quaisquer que sejam os mecanismos, a acupuntura parece funcionar. Estudos científicos oferecem evidências reais de que ela é capaz de aliviar a dor e tratar males que variam da osteoartrose e a crises de enxaqueca .

RPG - Reeducação Postural Global


A técnica RPG considera sistemas musculares e esqueléticos como um todo (músculos dinâmicos e estáticos ). Os músculos estáticos em estado patológico se retraem ou encurtam, manifestando- se pelo aparecimento dos desvios posturais. Já os músculos dinâmicos que são responsáveis pelo movimento ativo entram em estado de relaxamento quando não estão sendo usados.


Os desvios posturais podem ter inúmeras causas como: maus hábitos posturais ou profissionais, alterações congênitas ou adquiridas, fatores emocionais; mas seja qual for a causa, o desvio será fixado pela retração das estruturas relacionadas aos músculos estáticos, que são agrupados em um conjunto comumente chamado de cadeias musculares.


O tratamento com RPG é realizado através de posturas estáticas, com o objetivo de atuar neste conjunto de cadeias musculares, de modo que os músculos estáticos sejam alongados, enquanto que os dinâmicos devem ser contraídos. Partindo da conseqüência até a causa do problema, buscando reencontrar a boa morfologia corporal e solucionando os problemas relacionados a ela. As posturas são feitas juntamente com exercícios respiratórios, no qual o paciente faz 80% do trabalho, seguido da orientação do fisioterapeuta.


O tratamento é realizado com uma sessão semanal de 50/60 minutos. É indicado para o tratamento de escolioses, hipercifose, hérnia de disco, torcicolo, espondilolistese, lombalgias, cervicalgia, joelho valgo e varo, pé plano e cavo, dores musculares, estresse, enxaquecas, alterações da AMT, entre outras.

Pilates


O Método Pilates foi elaborado no começo do século vinte pelo atleta alemão Joseph H. Pilates como um sistema de exercícios para melhorar a flexibilidade, consciência corporal, equilíbrio e força, sem a hipertrofia muscular.

O Pilates é realizado por Fisioterapeuras sendo indicado para reabilitação física, condicionamento físico geral e bem-estar. Ele promove a harmonia, flexibilidade e equilíbrio muscular e, uma vez que a aula é supervisionada por um professor que orienta um aluno ou pequenos grupos, é direcionado às necessidades de cada pessoa.

O método Pilates consiste em mais de 500 exercícios utilizando 9 aparelhos com o objetivo de desenvolver o corpo harmoniosamente. Os exercícios são rítmicos de força e alongamentos, e demandam concentração e controle do corpo. Ao invés de realizar várias repetições, o método Pilates requer que os exercícios sejam feitos com menos repetições e com movimentos precisos. Muitos exercícios são baseados no Hatha Yoga, respiração profunda, meditação e exercícios gregos e romanos.

Desta forma, o Pilates pode ser praticado por pessoas de todas as idades e níveis de condicionamento físico. Além disso, o Pilates ainda trás como benefícios a melhoria da concentração, coordenação motora e consciência corporal.

Fisioterapia



A Fisioterapia é definida como a arte e ciência dos cuidados físicos e da reabilitação. Com o sentido restrito à área de saúde, está voltada para o entendimento da estrutura e mecânica do corpo humano. Ela estuda, diagnostica, previne e trata os distúrbios, entre outros, da biomecânica e funcionalidade humana decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. Além disso, a Fisioterapia estuda os efeitos benéficos dos recursos físicos e naturais sobre o organismo humano. É a área de atuação do profissional formado em um curso superior de fisioterapia.
O fisioterapeuta é capacitado a avaliar, reavaliar, prescrever (tratamento físico, órteses, próteses), dar diagnóstico cinesiológio-funcional, prognóstico, intervenção e alta, dentro de sua tipicidade assistencial.
É administrada em consultórios, clínicas, centros de reabilitação, asilos, escolas, domicílios, clubes, academias, residências, hospitais, empresas, unidades básicas ou especializadas de saúde, pesquisas, entre outros, tanto por serviços públicos como privados.
A Fisioterapia atua nas mais diferentes áreas com procedimentos, técnicas, metodologias e abordagens específicas que tem o objetivo de avaliar, tratar, minimizar problemas, prevenir e curar as mais variadas disfunções.
Além disto, a complexidade da profissão reside na necessidade do entendimento global do ser humano através da Anatomia, Citologia, Fisiologia, Embriologia, Histologia, Biofísica,Biomecânica, Bioquímica, Cinesiologia, Farmacologia, Neurociências; além da Antropologia, Ética, Filosofia, Sociologia, Deontologia, Bioimagem e outras ciências de formação geral.
A fisioterapia foi regulamentada oficialmente no Brasil pelo Decreto-Lei nº 938 em 1969 e pela Lei Federal nº 6.316 em 1975. Santa Alphais é considerada a padroeira dos fisioterapeutas.